Tatuagem que permite monitorizar os sinais vitais

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A Universidade da Califórnia, EUA, desenvolveu sensores ultrafinos que podem ser colocados na pela para fazer medições a nível da saúde cerebral. Os aparelhos, sem fios, são ancorados à pele de forma não-invasiva.

Todd Coleman pretende democratizar a interface cerebral para que não fique restrita aos laboratórios.

Como potencialidades, aponta que estes aparelhos, também conhecidos como tatuagens eletrónicas, possam ser úteis para controlar máquinas à distância como também comunicar sem falar.

“Os sensores podem captar sinais elétricos dos músculos da garganta para que as pessoas comuniquem apenas por pensamento”, afirmou o investigador.

O dispositivo é composto por uma camada de poliéster plástico que tem a capacidade de ser manobrado e é tão fino como um fio de cabelo. O dispositivo funciona através de um circuito de células solares, sensores térmicos e detetores de luz.

2 Abril 2013
Atualidade

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