“A COR é para todos”

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Sérgio Nascimento, professor na Universidade do Minho que se dedica ao estudo das cores, revelou à nossa reportagem que “as anomalias na visão das cores podem ter várias origens”.

As patologias, como a diabetes e o Glaucoma, entre muitas outras, alteram a visão das cores. Alguns medicamentos e venenos também. Além disso, as lesões no cérebro podem ter um enorme impacto na capacidade de distinguir cores. No entanto, todas estas alterações não são consideradas daltonismo.

“O daltonismo é uma condição de origem genética em que há alteração no código genético, o qual impossibilita o desenvolvimento normal dos pigmentos que existem nos fotorrecetores cones, R, G e B, para cones sensíveis ao vermelho, verde e azul, respetivamente. O pigmento R e G são codificados no cromossoma X. No nosso Laboratório de Visão das Cores na Universidade do Minho temos um conjunto de testes únicos no país que permitem fazer o diagnóstico exato da maior parte dos casos de daltonismo. Se algum dos leitores quiser ser testado, pode contactar-nos. Por outro lado, teremos todo o gosto em esclarecer questões que possam surgir relativamente ao daltonismo ou à visão das cores em geral. O nosso laboratório é único em Portugal e a nossa atividade científica já deu origem a mais de 100 publicações em revistas internacionais”, referiu Sérgio nascimento.

Leia esta e outras opiniões sobre o tema na OftalPro 23.

2 Janeiro 2014
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