“Lesão ocular diminui drasticamente o rendimento desportivo”

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A relação entre a visão e o desporto é intrínseca, motivo pelo qual os atletas necessitam de conferir a este sentido importância basilar.

Vítor Fernandes, oftalmologista com experiência na área da oftalmologia desportiva, explica que “quando o praticante de desporto não utiliza proteção ocular não está devidamente protegido”, daí que existam quatro categorias diferenciadoras que qualificam os desportos consoante o risco de acontecerem lesões oculares: elevado, nas modalidades em que os olhos correm sérios riscos, como é o caso do ‘paintball’, basquetebol, basebol, hóquei, ‘squash’ e todos os desportos de contacto; moderado, onde existe uma hipótese considerável de ocorrerem lesões oculares, como no ténis, futebol, futebol americano, polo aquático, pesca e golfe; baixo, em que o risco é pouco comum em atividades como a natação, mergulho, artes marciais de não contacto e ciclismo; seguro, onde o risco é quase inexistente para contrair lesões em desportos como atletismo, ginástica e provas de orientação.

O risco de uma lesão ocular diminui drasticamente o rendimento desportivo, desde já que representa quase sempre uma pausa temporária ou, em casos mais graves, uma pausa definitiva.

A utilização de um protetor ocular adequado torna este risco de lesão diminuto.

Vítor Fernandes salienta ainda que a “medicina em geral, tal como a Oftalmologia, tem limitações, pelo que a chave passa pela prevenção.

“Existe no mercado uma grande variedade de proteções oculares adequada a cada tipo de desporto”, mas têm de estar certificadas para a modalidade que se destinam.

A utilização de protetores oculares é “recomendável a todos os desportistas, federados ou não”, salienta o oftalmologista.

“A maioria das lesões acontece em atletas não federados” e que, em caso de lesão, por mais insignificante que pareça, o “desportista deve sempre ser observado por um oftalmologista com a maior brevidade possível”.

Leia o artigo na íntegra na OftalPro 22, aqui.

12 Janeiro 2015
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