“Proporcionamos o máximo de privacidade aos clientes”

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O serviço de próteses oculares da Óptica Moutinho volta ao Porto, com gabinete na Avenida Rodrigues de Freitas.

O serviço é semelhante ao exercido na filial Moutinho em Lisboa, próxima de Areeiro.

“Proporcionamos o máximo de privacidade aos clientes. Não são atendidos ao balcão. Certa vez, numa farmácia em Lisboa, vi uma pessoa ao balcão a escolher a sua prótese. Fiquei impressionado e até constrangido pelo pouco à vontade do paciente. Daí que seja fundamental dar o máximo de privacidade às pessoas”, contou-nos José Magalhães, um dos sócios da empresa.

O processo não acaba no momento em que a prótese é evidentemente colocada no cliente.

Os colaboradores da Óptica Moutinho providenciam uma série de técnicas que ensinam o usuário a comportar-se, em relação à forma de olhar. “Enquanto o cliente não se sentir bem com a prótese, não o mandamos embora. Mesmo quando tudo está alinhado, proporcionamos um atendimento pós-prótese todos os anos, conforme a necessidade. Um bom trabalho repercute-se inerentemente em boa publicidade. Vale muito uma pessoa dizer bem de nós. Que falem de nós, mas que digam bem”, considerou o responsável.

O sistema de próteses oculares preconizado pela Óptica Moutinho passa por várias fases.

Assim que o cliente se dirige aos seus serviços, é feito um estudo da cor, das medidas e dos pormenores que a prótese tem de evidenciar para se tornar a mais idêntica a um olho humano. Para tal, recorre-se à fotografia e a outras técnicas para tornar o olho o mais realista possível.

“Tudo tem de estar certinho. O olho artificial tem de ficar igual ao olho natural. Mesmo que tenha alguma deficiência, preocupamo-nos em torná-lo o mais idêntico possível, para que não haja distorções”, explicou José Magalhães.

“A nossa preocupação é que o doente se sinta bem quando nos compra uma prótese. Que sinta com os dois olhos”.

Após esta recolha da informação, técnicos especializados em Óptica Ocular na França iniciam o processo de conceção da prótese. Para além dos estudos, de Portugal podem seguir moldes. A montagem, por sua vez, é nacional.

Leia o artigo na íntegra na OftalPro 27, aqui.

21 Janeiro 2015
Atualidade

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