Ainda sobre a Semana Mundial do Glaucoma

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José Moura Pereira, oftalmologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e coordenador do Grupo Português do Glaucoma, explica que “à medida que a doença avança, começa por perder-se qualidade de visão (sensibilidade ao contraste e visão de cores), mas as alterações mais incapacitantes são as perdas do campo visual que aumentam o risco de acidentes de viação e quedas, culminando na cegueira completa e irreversível”.

O responsável diz ainda que “um individuo outrora ativo e válido membro da sociedade que passa a depender de terceiros, muitas vezes deprime e exclui-se socialmente. É fundamental, para evitar esta situação, que o diagnóstico seja o mais precoce possível e que o doente esteja bem informado sobre a doença para não desistir do tratamento, consultas e exames propostos pelo médico. É o nosso dever tentar combater o desconhecimento da população em geral relativo à doença porque o nosso sucesso no rastreio, diagnóstico e tratamento atempado depende do entendimento da patologia por parte dos doentes e do cumprimento rigoroso diário da terapêutica”, conclui.

A propósito da Semana Mundial do Glaucoma 2015, que se assinala de 8 a 14 de março, o Grupo Português de Glaucoma da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) deixa o alerta: a doença continua a ser uma das principais causas de cegueira em Portugal e estima-se que mais de 100 mil portugueses sofram de glaucoma, com previsível aumento da incidência devido ao envelhecimento da população no nosso país.

 

13 Março 2015
Atualidade

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