iBET e Merck estabelecem parceria para combater a malária em África

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A Merck e o Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET) vão desenvolver um projeto pioneiro no combate à malária, que representa um investimento de 500 mil euros.

A malária é provocada pela infeção por parasitas do género Plasmodium. Antes da infeção se espalhar no sangue, provocando a maioria dos sintomas clínicos, há uma fase hepática, assintomática mas muito importante no desenvolvimento da doença. Não há no entanto fármacos anti-maláricos que atuem nesta fase hepática, em grande parte devido à inexistência de modelos laboratoriais que permitam o estudo desta fase do ciclo de infeção do parasita.

Unindo a experiência de Investigação & Desenvolvimento (I&D) da Merck e as competências tecnológicas do iBET no desenvolvimento de Modelos Celulares Avançados de doença, esta colaboração tem como objetivo desenvolver uma plataforma para o rastreio e descoberta de novos fármacos anti-maláricos, que atuem na fase hepática da infeção.

O projeto conta ainda com a colaboração do Instituto de Medicina Molecular, mais precisamente do laboratório de Miguel Prudêncio, grupo de investigação de referência na área, com particular ênfase na fase hepática da infeção.

 

1 Abril 2016
Atualidade

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