Alzheimer associado à produção desregulada de moléculas mensageiras

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Um estudo do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra (UC), coordenado pela investigadora Ana Ledo, evidencia que a doença de Alzheimer apresenta uma produção desregulada de moléculas mensageiras, o que pode, em último caso, comprometer a produção de energia no cérebro.

A investigação, publicada na revista científica Neurobiology of Aging, sugere que na doença de Alzheimer a comunicação entre neurónios, através das sinapses, apresenta falhas caraterizadas pela redução da produção de um mensageiro químico especial que, ao contrário dos mensageiros clássicos, se move entre as células de modo muito rápido.

Ana Ledo explica que “a produção do mensageiro químico óxido nítrico apresenta na doença de Alzheimer alterações muito diferentes das registadas num envelhecimento normal. Para além de comprometer a comunicação entre células, estas alterações poderão diminuir a capacidade das células produzirem energia para suportar o funcionamento regular do cérebro”.

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22 Dezembro 2016
Atualidade

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