Doenças de mãos dadas: Distonia e Parkison

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São de valorizar os estudos científicos que põe par a par patologias tão bem conhecidas mas que nunca pensadas andarem de mãos dadas, como é o caso dos que comprovam uma alta correlação entre o glaucoma e o alzheimer ou a distonia e o parkison.

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Uma equipa liderada por portugueses descobriu subestruturas cerebrais ,com diferentes perfis de conetividade, que afetam a parte motora e não-motora do ser humano. Por isso, podem ajudar as equipas médicas a melhorar os alvos dos procedimentos neurocirúrgicos de estimulação cerebral profunda para obter melhores resultados em doenças como a distonia ou a doença de parkinson.

Os investigadores chegaram a esta conclusão através do estudo de uma parte do cérebro chamada GPi, composta por estruturas cerebrais de funções primárias. A equipa utilizou uma técnica chamada Diffusion Tensor Imaging, técnica de ressonância magnética que ajuda a perceber a densidade de conetividade entre estruturas cerebrais, permitindo, assim, mapear as fibras que ligam as diferentes estruturas do cérebro.

16 Maio 2018
Revista

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