Nobel da Medicina: como as células se adaptam a diferenças de oxigénio

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O prémio Nobel da Medicina foi atribuído a três cientistas pelas suas descobertas relativas à forma como as células se adaptam às diferenças de oxigénio. O galardão foi atribuído aos cientistas norte-americanos William Kaelin e Gregg Semenza e ao britânico Peter Ratcliffe, que dividirão igualmente o prémio de nove milhões de coroas suecas (832.523 euros).

Segundo o Jornal Médico, o Comité do Nobel explicou que os três cientistas conseguiram com os seus trabalhos “identificar a maquinaria molecular que regula a atividade dos genes na resposta às variações de oxigénio. A importância fundamental do oxigénio é conhecida há séculos, mas o processo de adaptação das células às variações dos níveis de oxigénio era um mistério”, acrescentou.

O trabalho destes investigadores estabeleceu a base para entender como os níveis de oxigénio afetam o metabolismo celular e a função fisiológica, o que “abre caminho para o desenvolvimento de novas estratégias para combater a anemia, o cancro e muitas outras doenças”, prossegue a explicação da do Instituto Karolinska.

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9 Outubro 2019
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