“Pretendemos continuar a ser uma referência no setor”

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Como define o percurso do Edol?

O que define o nosso percurso é a humildade e resiliência com que trabalhamos para vencer neste mercado tão exigente. Ser uma empresa portuguesa de capitais 100% portugueses, é um motivo de orgulho para toda a equipa, mas bastante exigente para cada um de nós. 

Nós concorremos diariamente com as maiores multinacionais mundiais e isso provoca em nós uma inquietude positiva que nos obriga a evoluir e a melhorar dia após dia. Por outro lado, a parceria com a classe médico-farmacêutica tem sido imprescindível para a nossa continuidade. É desta sinergia que nascem os desenvolvimentos de novos produtos e de novas abordagens terapêuticas. 

“A ambição da Edol é continuar a crescer”, afirmam. É por isso que decidiram inaugurar uma nova unidade fabril?

Claro! A última década foi de grande crescimento para o Edol, tanto a nível nacional, como internacional. Esta nova unidade em Carnaxide tinha como objetivo vir a produzir produtos para todas as áreas terapêuticas do Edol (oftalmologia, dermatologia, dermocosmética e ORL). Contudo, o crescimento dos últimos anos obrigou-nos a tomar a decisão estratégica de dedicar esta nova unidade apenas a oftalmologia e ORL e manter a unidade fabril de Linda-a-Velha dedicada a dermatologia e dermocosmética. Para além do crescimento que temos tido a nível nacional, os mercados internacionais já representam 20% da nossa faturação e hoje já exportamos para mais de 40 países. A ambição é abraçar novos mercados, principalmente o europeu e isso só vai ser possível com esta nova unidade em Carnaxide.

Que particularidades terá esta nova unidade?

Em Carnaxide temos uma unidade fabril dedicada ao fabrico de produtos estéreis, com a mais recente tecnologia de ponta do setor. Fabricar produtos estéreis como os nossos implica um investimento estrondoso e nada proporcional com o preço final com que os produtos chegam ao mercado. São métodos e condições de fabrico extremamente caros e exigentes e por esse motivo não existem muitos fabricantes na europa. Pretendemos continuar a ser uma referência no setor. 

A entrevista exclusiva a Mafalda Pimpão está disponível na íntegra na revista OftalPro 57.

15 Agosto 2022
EntrevistasLentes e equipamentos

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