“Banco de córneas permitirá aumentar a capacidade de transplantação”

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Que avanços têm sido feitos no país relativamente aos transplantes de córnea?

O pioneirismo mais recente pode ser assinalado com a introdução (desde 2005, no Santo António) de todas as diferentes técnicas de transplantação lamelar da córnea. Depois disso, em 2021, avançamos com a transplantação sem internamento. A equipa de córnea, liderada pelo Dr. Luís Oliveira, foi “forçada” a aceitar as consequências do redireccionamento do internamento e do bloco operatório do Edifício Neoclássico para a área Covid, o que acabou por criar uma oportunidade e uma melhoria significativa em termos de conforto para os doentes, bem como numa maior eficiência dos tempos cirúrgicos, possibilitando assim dar melhor resposta aos doentes.

Em comparação com outros países da Europa, em Portugal ainda há muito caminho para “desbravar”?

Na transplantação em si, e concretamente no Santo António, estamos na liderança do que melhor se faz há vários anos, desde os transplantes lamelares ao laser de femtosegundo. O que faltava e era necessário implementar era mesmo esta criação de um banco de córneas de cultura: algo que tentávamos ter há muito em Portugal e que permitirá aumentar a capacidade de transplantação. No caso do Santo António foi possível avançar com o apoio da administração e graças à colaboração do Centro Materno Infantil do Norte, com o seu Centro de Procriação Medicamente Assistida (CPMA) e banco de gametas que dispõe de excelentes recursos, humanos e tecnológicos e que felizmente conseguimos partilhar.

Leia mais na revista OftalPro 63.

16 Fevereiro 2024
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