Tecnologia ao serviço dos invisuais

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Investigadores universitários estão a desenvolver projetos para adaptar o braille aos ecrãs táteis e facilitar a orientação dos cegos com bengalas tecnológicas. O desejo é promover a acessibilidade e autonomia das pessoas com dificuldades visuais extremas, que em Portugal são cerca de 130 mil.

De acordo com a Visão, Tiago Guerreiro, professor do departamento de informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Hugo Nicolau, docente no Instituto Superior Técnico, estão a desenvolver um corretor ortográfico e uma capa para telemóvel com vibração para tornar mais fácil o acesso das pessoas cegas às novas tecnologias, como os ecrãs táteis. O B# é um corretor ortográfico que funciona com a matriz do braille, mas escrito no telemóvel. “Pode ainda ser utilizado para encontrar acordes (combinações de dedos) que sejam parecidos [com o que foi escrito], e assim descobrir a palavra que o utilizador desejava inserir”, explica o investigador. Já o HoliBraille, uma capa que se encaixa nas traseiras do telemóvel e que se conecta por bluetooth, apresenta três “atuadores” que vibram à medida que os dedos escrevem o braille, dando indicação ao utilizador que as palavras estão a ser reconhecidas.

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22 Fevereiro 2016
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