E se pudesse medir as cataratas num “piscar de olhos”?

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Segundo a fonte Exame Informática, O projeto ESUS (Eye Scan and Ultrassound System) promete fazer o que ninguém fez até agora: desenvolver um dispositivo que caracteriza com precisão a extensão e a tipologia de uma catarata num olho humano.

Miguel Caixinha e Jaime Santos, em conjunto com a Universidade de Coimbra, concorreram a um financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) para desenvolver o dispositivo até ao ponto de comercialização e foram financiados em 240 mil euros. Miguel Caixinha prevê testar o novo dispositivo em diagnósticos com 50 a 100 pessoas e garante que “dentro de três anos, será possível fazer a estreia comercial” e que até nem está a ser muito otimista.

«Com o ESUS, torna-se possível indicar que uma catarata tem uma dureza correspondente a x ou y pascais e qual a energia necessária que deve ser injetada para eliminar essa catarata. Deste modo, sabe-se que não há o risco de romper a cápsula posterior do cristalino, que é um tipo de lesão comum nas cirurgias em cataratas muito densas», acrescenta Miguel Caixinha.

20 Abril 2018
AtualidadeOftalmologia

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