“As tecnologias não substituem o olhar clínico que caracteriza o trabalho da Óptica Boavista”

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Lúcio Ferraz, ocularista da Óptica Boavista, revela os avanços da especialidade e destaca o trabalho altamente personalizado desenvolvido pela equipa, onde rigor técnico, acompanhamento humano e atenção ao detalhe fazem toda a diferença na vida dos pacientes.

Nos últimos anos, que avanços considera mais transformadores no fabrico e na adaptação de próteses oculares?

Nos últimos anos, os avanços mais significativos no fabrico e adaptação de próteses oculares têm resultado da melhoria das técnicas tradicionais, hoje mais precisas graças a materiais de moldagem de elevada fidelidade, digitalização anatómica e fotografia de alta definição. Estes elementos permitem uma reprodução mais rigorosa da cor, da textura e do brilho. A impressão 3D, ainda em fase de teste internacionalmente, representa uma tecnologia promissora para o futuro.

Refere que a prótese ocular vai muito além da estética. Quais são as dificuldades mais comuns no período pós-aplicação?

A adaptação protésica envolve conforto, integração social, equilíbrio palpebral e estabilidade emocional. As dificuldades mais comuns incluem sensação de corpo estranho, secura, receio de manuseamento e ansiedade quanto à nova imagem. Na Óptica Boavista, observamos que esta fase é especialmente delicada, sendo o acompanhamento próximo determinante para uma adaptação mais tranquila.

Leia mais na revista OftalPro 70.

30 Março 2026
Entrevistas

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