“Os desafios são vários”

Imagem da notícia: “Os desafios são vários”

Manuel Monteiro Grillo, diretor do serviço de oftalmologia do Hospital Santa Maria, é o novo presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO).

OftalPro: Foi eleito recentemente presidente da SPO. Quais os maiores desafios que este cargo implica?

Manuel Monteiro Grillo: Os desafios são vários. Como sabe, a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia é essencialmente científica e, portanto, é fundamental defender a oftalmologia nos seus diferentes aspetos científicos e profissionais e marcar bem a posição insubstituível do oftalmologista nos cuidados de saúde da população. A fasquia está alta, é um enorme desafio suceder os anteriores presidentes da SPO. É essencial que toda a equipa da comissão central, todos os grupos, continuem a desenvolver a sua atividade tão bem como têm feito. É um desafio diário.

OF: Comparativamente aos últimos mandatos, prevê muitas mudanças na forma de presidir a SPO?

MMG: Não, apesar de cada um ter a sua personalidade. Haverá alterações, mas apenas sob esse aspeto. Basicamente, todas as linhas de condução da SPO não sofrerão grandes mudanças. Apenas algumas iniciativas, que serão definidas em conjunto com os outros elementos da direção e da comissão central.

Leia a entrevista na OftalPro 36.

7 Fevereiro 2017
Entrevistas

`

Notícias relacionadas

“O glaucoma pediátrico exige uma rede que vá muito além da clínica”

A Associação Nacional de Glaucoma Pediátrico (ANGP) apoia crianças com glaucoma pediátrico e as suas famílias, numa área ainda marcada por falta de informação e acompanhamento. Em entrevista à OftalPro, a presidente Dora Rolo destaca os principais desafios em Portugal, o papel da associação e a importância da colaboração com a comunidade médica.

Ler mais 25 Março 2026
EntrevistasOftalmologia

“Este projeto é uma mudança de paradigma completa”

A criação do primeiro Banco de Córneas de Cultura em Portugal permitiu à ULSSA mais do que duplicar o número de transplantes e reduzir drasticamente as listas de espera. Segundo Luís Oliveira, coordenador do programa de transplante de córnea, esta mudança de paradigma encurtou os tempos de espera, melhorou a qualidade dos tecidos disponíveis e abriu caminho à redução da dependência da importação de córneas.

Ler mais 19 Março 2026
Entrevistas