“Escolhi oftalmologia porque me pareceu mais aliciante”

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Joaquim Mira, natural de uma aldeia do concelho da Batalha, nunca imaginou que seria médico oftalmologista, mas sempre soube que o seu objetivo era ir longe. “Depois de terminar a quarta classe do ensino primário, deixei de estudar e fui trabalhar na construção civil, mas percebi que não era esse o meu caminho, que desejava ir mais além”. E assim foi. Após a  conclusão do ensino secundário à noite, enquanto trabalhava durante o dia, iniciou em 1975 o Curso de Medicina na Universidade de Coimbra e em 1986 a especialidade de oftalmologia no Hospital da Universidade de Coimbra. Hoje é uma referência no país no que diz respeito à cirurgia refrativa e da catarata.

Quem é o Dr. Joaquim Mira?

Joaquim Mira: Nasci numa aldeia, Reguengo do Fetal, do concelho da Batalha. Depois de terminar a quarta classe do ensino primário, deixei de estudar e fui trabalhar na construção civil, mas percebi que não era esse o meu caminho, que desejava ir mais além. Aos 15 anos, iniciei o ensino secundário em Leiria no período noturno, trabalhando durante o dia. Aos 16, era funcionário público na Escola Preparatória de D. Dinis em Leiria. Aos 19 anos, em setembro de 1975, iniciei o Curso de Medicina na Universidade de Coimbra.

E percebeu logo que queria ser médico oftalmologista?

JM: Durante o período de policlínico, como gostava da área cirúrgica, estagiei durante dois anos num serviço de cirurgia geral, onde reforcei o gosto pela cirurgia. Como obtive uma excelente nota no teste para a escolha da especialidade, apesar de poder escolher qualquer especialidade médica ou cirúrgica, escolhi oftalmologia porque me pareceu mais aliciante e desafiante, como aliás vim a comprovar. O Serviço de Oftalmologia em Coimbra era já um serviço com grande dinamismo e isso foi também um motivo que pesou na minha escolha.

Entrevista completa na OftalPro 48.

31 Março 2020
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