Do Porto, um evento de sucesso

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A Reunião Conjunta do Grupo Português de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo (GPOPE) e do Grupo Português de Neuroftalmologia (GPN), no Porto, foi um sucesso.

Paulo Vale, coordenador do GPOPE, destaca, para além da “grande participação, quer em número de participantes quer na qualidade das palestras e apresentações”, a “presença e intervenção de um número muito significativo de serviços de Oftalmologia nacionais”, que contribuíram para “transformar a reunião num momento importante de partilha”, e a “troca de experiências, que é essencial à vida de qualquer sociedade ou grupo de saber”.

O motivo que levou a esta reunião conjunta proveio da mesma ideia que juntou os grupos de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo ao Grupo de Oculoplástica e ao Grupo de Órbita, a de promover o intercâmbio entre grupos da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO), cujas áreas se tocam e cujos interesses são em muitos casos comuns.

“No estrabismo, mudámos completamente de agulha, passando dos estrabismos restritivos aos estrabismos paralíticos e neurogénicos. Em tudo o resto, abordámos temas que são frequentemente alvo de ambas as subespecialidades, quando ocorrem em idade pediátrica. Não é por acaso que em muitos serviços de oftalmologia, a neuroftalmologia e a oftalmologia pediátrica e estrabismo andam de mãos dadas, sendo ambas abordadas pelo mesmo especialista”, explicou o coordenador do GPOPE.

Dália Meira, coordenadora do GPN, acrescentou que “as reuniões de Oftalmologia são múltiplas ao longo do ano, porque acrescem às reuniões organizadas pela SPO aquelas organizadas pelos Serviços de Oftalmologia de diversos hospitais, o que torna difícil primeiro ao oftalmologista fazer uma seleção justa daquelas a que pretende assistir, e segundo à indústria apoiar todas as reuniões. Entendo, por isso, que é extremamente importante concentrar reuniões e unir subespecialidades, promovendo o debate interdisciplinar”.

Adianta ainda que a “neuroftalmologia e a oftalmologia pediátrica e estrabismo são duas subespecialidades muito próximas, com diversos temas em comum, que interagem no quotidiano, pelo que faz todo o sentido juntá-las numa reunião”.

Leia o artigo na íntegra na OftalPro 27, aqui.

14 Novembro 2014
Atualidade

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