A “veia solidária” de Paulo Torres

Imagem da notícia: A “veia solidária” de Paulo Torres

Para além do amor à ciência, o médico oftalmologista Paulo Torres dedica-se a ações de cariz humanitário em África, e não só.

OftalPro: O que pode revelar-nos sobre a sua “viagem solidária” a África?

Paulo Torres: Esta aventura humanitária começou na Gâmbia, o mais pequeno país da África continental, numas férias em família. A Gâmbia é constituída essencialmente por uma pequena faixa de terra que envolve o rio com o mesmo nome, rio Gâmbia, e é ladeada pelo Senegal, estando a oeste o território banhado pelo oceano Atlântico. Nessa altura visitámos uma escola. Ao deparar com a pobreza e a falta de condições da escola, onde cerca de 1700 crianças estudavam, decidi criar um projeto de ajuda à sua reconstrução, projeto esse que teve início em meados de 2011. Está agora em fase de finalização. Foram construídas 12 salas de aulas, uma cozinha, uma cantina, casas de banho, espaço murado e zonas de cultivo com hortas. O Hospital Santo António também quis ajudar: contribuiu com 45 computadores que foram transportados de uma forma graciosa pela GALP, aos quais agradeço mais uma vez o apoio.

Leia toda a entrevista na próxima edição!

16 Abril 2015
Entrevistas

`

Notícias relacionadas

“O glaucoma pediátrico exige uma rede que vá muito além da clínica”

A Associação Nacional de Glaucoma Pediátrico (ANGP) apoia crianças com glaucoma pediátrico e as suas famílias, numa área ainda marcada por falta de informação e acompanhamento. Em entrevista à OftalPro, a presidente Dora Rolo destaca os principais desafios em Portugal, o papel da associação e a importância da colaboração com a comunidade médica.

Ler mais 25 Março 2026
EntrevistasOftalmologia

“Este projeto é uma mudança de paradigma completa”

A criação do primeiro Banco de Córneas de Cultura em Portugal permitiu à ULSSA mais do que duplicar o número de transplantes e reduzir drasticamente as listas de espera. Segundo Luís Oliveira, coordenador do programa de transplante de córnea, esta mudança de paradigma encurtou os tempos de espera, melhorou a qualidade dos tecidos disponíveis e abriu caminho à redução da dependência da importação de córneas.

Ler mais 19 Março 2026
Entrevistas