“O Serviço de Oftalmologia passou por grandes transformações”

Imagem da notícia: “O Serviço de Oftalmologia passou por grandes transformações”

O diretor do Serviço de Oftalmologia do Hospital de Braga, Fernando Vaz, contou-nos em entrevista os desafios que se impõe num cargo desta natureza.

“O Serviço de Oftalmologia do Hospital de Braga passou nestes últimos anos por grandes transformações. Cheguei a Braga em 2010 e, nessa altura, o Serviço tinha oito especialistas e dois internos. Hoje, somos 23 especialistas e cinco internos. Hoje, fazemos 17.000 primeiras consultas e 7.900 cirurgias. Hoje, somos um Serviço de Hospital Central, com todas as valências da oftalmologia, que dá resposta a todas as necessidades de oftalmologia de todo o Minho, servindo uma população de 1,2 milhões de habitantes. Temos pouca margem para crescer mais na atividade assistencial, pelo que o desafio é crescer na atividade científica e na qualidade. Temos investido muito nestas áreas e temos em curso práticas de registo e auditorias clínicas pouco comuns entre nós. Na atividade científica, fruto da equipa jovem e dinâmica do Serviço e da colaboração com a Escola de Ciências da Saúde, temos em curso diversos ensaios clínicos e produzimos comunicações e artigos a um ritmo inimaginável há cinco anos atrás”.

Saiba mais na OftalPo 30!

7 Outubro 2015
Entrevistas

`

Notícias relacionadas

“O glaucoma pediátrico exige uma rede que vá muito além da clínica”

A Associação Nacional de Glaucoma Pediátrico (ANGP) apoia crianças com glaucoma pediátrico e as suas famílias, numa área ainda marcada por falta de informação e acompanhamento. Em entrevista à OftalPro, a presidente Dora Rolo destaca os principais desafios em Portugal, o papel da associação e a importância da colaboração com a comunidade médica.

Ler mais 25 Março 2026
EntrevistasOftalmologia

“Este projeto é uma mudança de paradigma completa”

A criação do primeiro Banco de Córneas de Cultura em Portugal permitiu à ULSSA mais do que duplicar o número de transplantes e reduzir drasticamente as listas de espera. Segundo Luís Oliveira, coordenador do programa de transplante de córnea, esta mudança de paradigma encurtou os tempos de espera, melhorou a qualidade dos tecidos disponíveis e abriu caminho à redução da dependência da importação de córneas.

Ler mais 19 Março 2026
Entrevistas