Café pode reduzir o risco da síndrome do olho seco

Imagem da notícia: Café pode reduzir o risco da síndrome do olho seco

O consumo de cafeína pode aumentar a capacidade de os olhos produziram lágrimas, uma descoberta que pode melhorar o tratamento do chamado síndrome do olho seco, sugere um estudo publicado na revista Ophthalmology.

Para este estudo, os investigadores da University of Tokyo’s School of Medicine contaram com a participação de 78 indivíduos, com síndrome do olho seco, tendo metade dos pacientes recebido, na primeira sessão de tratamento, comprimidos de cafeína e a outra metade um placebo. Na segunda sessão os participantes receberam o tratamento oposto. Nenhum dos pacientes sabia que tipo de comprimido é que tinha ingerido.

Os investigadores, liderados por Reiko Arita, também constataram que os participantes que apresentavam as duas variantes conhecidas por desempenhar um papel importante no metabolismo da cafeína apresentavam uma maior produção de lágrimas, após a toma de comprimidos com cafeína.

A síndrome do olho seco afeta a taxa da produção de lágrimas, a qualidade destas e a taxa com que as lágrimas se evaporam da superfície do olho. Os sintomas desta síndrome, que atinge maioritariamente as mulheres, incluem desconforto ocular, ardor, excessivo lacrimejamento e produção de muco.

23 Abril 2012
Atualidade

`

Notícias relacionadas

Pedro Menéres apresenta candidatura à SPO

Com a experiência de dois mandatos na direção da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) (biénio 2015/2016 e 2021/2022), e exercício anterior como membro do Board de duas sociedades internacionais (ESA e ESCRS), Pedro Menéres apresenta agora a sua candidatura à presidência da SPO para o biénio que se inicia em janeiro de 2025.

Ler mais 16 Julho 2024
Atualidade

AbbVie apoia SEMEAR e doa 100 cabazes à Academia Johnson

A AbbVie realizou, em junho, mais um "Week of Possibilities", o seu programa global de responsabilidade social que consiste em contribuir para as comunidades locais através do voluntariado. Nesta edição, a biofarmacêutica colaborou com o projeto SEMEAR para a doação de 100 cabazes à Academia Johnson.

Ler mais 15 Julho 2024
Atualidade