“A forma de dar más notícias tem que ser personalizada de doente para doente”

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Falámos com alguns médicos oftalmologistas sobre a forma de comunicar más notícias. Hoje temos a opinião de Manuel Falcão.

“Por vezes sentimos que os doentes não estão preparados para receber uma má notícia. E, quando é o caso, às vezes vale a pena protelar a comunicação até que o doente esteja preparado para a receber. A forma de dar más notícias tem que ser personalizada de doente para doente. Não há uma fórmula mágica que dê para todos. Mas o mais importante não é como se dá a notícia mas sim o que fazemos depois de dar a notícia. O doente não pode sentir que está abandonado à sua sorte e temos a obrigação de continuar a prestar cuidados e a orientar os doentes para as associações que prestam cuidados a pessoas cegas”.

Entrevista completa na OftalPro 34.

18 Outubro 2016
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